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Ren e Seus Mortos

   Eu penso que há muito já deveria ter falado dessa pessoa...  Penso que há muito, o mundo já deveria conhecê-la; todavia, nem todos os caminhos nos levam ao que mais desejamos. Eu quero apenas encontrar um meio de retribuir tudo o que essa pessoan linda já fez por mim.

   Você pode muito bem me dizer que a odeia, ou a ama insandecimente... mas nunca tente me ludibriar que é indiferente a ela. Muitos tentam, mas infelizmente, esse não é o tipo de sentimento que ela nos inspire. Ren Deville pode ser seu pior pesadelo e seu maior desejo; acredito que ela possa ser até mais que isso, mas jamais irá passar pela sua vida sem deixar alguma marca. Na minha, ela deixou o carinho, a amizade, o amor... e foi exatamente por isso que aceitei de todo coração resenhar seu livro. Porque é uma honra ter ela com amiga.
     Eu começo a deslizar as páginas do word com o mesmo sentimento que lia suas fics, suas histórias, seus poemas... Excitação.

“Meu Demônio Interior está com fome, vai me devorar.
Devora-me, lentamente, com todo o prazer do mundo.
Quebra-me inteira, parte-me aos pedaços.
Rasga-me.”


Minha vontade de continuar a ler se torna cada vez mais latente, multiplica-se... transborda as linhas.
Quando a Ren me deu o livro para ler, eu parei tudo. Tudo mesmo, porque eu sei que quando ela escreve, há muitas coisas nas entrelinhas. E eu preciso absorvê-las integralmente. Eu preciso estar no mundo da Ren. Eu necessito que o demônio dela alimente o meu, e minha besta interior ronrone com carinho. Então, meus olhos correm a tela sedentos, ávidos... bebendo cada gota daqueles sentimentos.
Ás vezes contraditórios; outras, ternamente duros, e ainda, cruelmente doces. 

Sempre há um momento em que um desses
"Bem Intencionados" aparece e nos
Ilude com as mais deliciosas

Mentiras, e nós caímos.

Entramos no jogo.

Perdemos.

E é dessa mesma forma que, eu como leitora, me encontrei durante o livro. No transcorrer das palavras, eu me surpreendia. Ainda que eu achasse que já houvesse visto todos os ângulos da Ren, ela nos mostra sempre mais um. Pinta com primor pensamentos que nossas almas custam assimilar e aquiescer a eles. Nos despe de fantasias, e cria outras, reinventa. Talvez a si mesma, quem sabe?
A autora de Meus Mortos – do Caos à Perfeição, nos transforma ao longo de seu livro em meros coadjuvantes de nossa própria história, das nossas angústias e receios. Sempre haverá um ponto com o qual irá se identificar em algum momento dos poemas. Algo que vai ser denunciado por ela, e irá revelar você. Dos contos, elas no dá a realidade. Das fantasias, ela nos remete à verdade. Da justiça, ela nos impinge a brutalidade. E não é assim, muitas vezes, a vida?
Então, porque retratá-la numa narrativa, quando os poemas preenchem tão bem os espaços, as lacunas... as falhas, faltas. Preenchem tão bem o espaço em branco de uma folha, que a torna agradável aos meu sentidos... preenche a mim. Preenche todas as minhas expectativa de quando comecei a ler.
Éramos nós, meu demônio e eu.
Fomos nós, você e eu.
O Mestre e o aprendiz.

O que era o meu demônio.
Era e simples assim, porque
agora o meu demônio interior
sou eu.
E irei comer você.


 Eramos apenas eu e ela, naquele pequeno pedaço de papel, mas o universo que nos cercava era tão grande, tão promissor... que nem eu, nem a autora nos bastamos aqui. Cheguei a conclusão que os Meus Mortos são os dela, e me tornei um mero aprendiz...



Eu só posso terminar essa resenha, esse carinho, dizendo que quero Meus Mortos na minha estante! E quero Gabe na minha cama... mas essa já é uma outra história... né Ren?

Beijos!









      






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1 comentários:

Julliana disse...

A Paadz merece tudo de bom! Estou louca por esse livro dela! <3

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